sábado

Fundador do Facebook só come animais que mata com as próprias mãos


Nova meta de Zuckerberg: comer apenas o que mata


RIO - No ano passado, a meta era aprender mandarim. No anterior, usar uma gravata diferente por dia. E, este ano, é comer apenas o que mata. Por isso, animais do Vale do Silício, fiquem longe do fundador e presidente-executivo do Facebook, Mark Zuckerberg, que agora tem como objetivo só ingerir carnes de seres que tenham perdido a vida em suas mãos, segundo site da "Fortune".

"A única carne que estou comendo é a de animais que eu mesmo matei", afirmou Zuckerberg em e-mail à publicação. "Estou comendo comidas muito mais saudáveis. E aprendi muito sobre criação sustentável e sobre a criação de animais. É fácil nos livrar do que comemos quando podemos ingerir coisas boas diariamente."

E não surpreende o fato de o novo objetivo de Zuckerberg ter vindo à tona via Facebook, onde, no último dia 4, ele postou para os 847 amigos de sua página privada que havia matado um porco e uma cabra. O anúncio gerou comentários de todo o tipo: de fúria a nojo. O prodígio das redes sociais explicou sua mensagem dizendo que este é o desafio que se propôs a cumprir em 2011.

A nova mania de Zuckerberg já é conhecida no Vale do Silício, segundo a "Fortune". A chef Jesse Cool, que vive a apenas oito casas do fundador do Facebook e é dona do restaurante Flee Street Café, apresentou-o a fazendeiros da região e o orientou durante o abate de sua primeira galinha, de seu primeiro porco e de sua primeira cabra. "Ele cortou a garganta da cabra com uma faca, que é a forma mais gentil de fazê-lo", contou.

Mas matar é apenas o primeiro passo. Depois disso, o animal vai para um açougue em Santa Cruz, também na Califórnia, que o esquarteja. Depois, Zuckerberg e sua namorada de longa data Priscilla se aventuram na cozinha para preparar carnes fresquíssimas. Recentemente, o casal comeu uma galinha, inclusive miúdos como coração e fígado, e usou os pés da ave para fazer um caldo. E ele não hesitou em postar uma foto em sua página no Facebook, junto com uma lista dos pratos que preparou com o animal.

Em e-mail enviado à "Fortune", Zuckerbeg explicou que a meta do ano é uma forma que ele encontrou de aprender com o mundo , de expandir seus interesses e ensinar a si mesmo a ter mais disciplina.

"Gastei quase todo o meu tempo construindo o Facebook, assim, esses desafios pessoais são coisas que eu normalmente não teria chance de fazer a não ser que eu tirasse um tempo só para isso", explicou.

E o deste ano, segundo Zuckerberg, tem a ver com ser grato pela comida que come:

"Acho que muitas pessoas esquecem que um ser vivo tem que morrer para que se coma carne. Então, minha meta tem a ver com não esquecer disso e com ser grato pelo que tenho. Este ano, eu basicamente me tornei um vegetariano, uma vez que só como animais que eu mesmo tenha matado. Até agora, tem sido uma boa experiência. Estou comendo alimentos mais saudáveis".

A ideia surgiu no ano passado, quando Zuckerberg assou um porco em casa e seus convidados disseram que, embora adorassem carne de porco, não gostavam de pensar que aquele já havia sido um ser vivo.

"Isso me pareceu irresponsável. Não tenho problemas em relação ao que as pessoas comem, mas acho que elas devem assumir suas responsabilidades e ser gratas pelo que comem em vez de ignorar sua origem", explicou no e-mail.

Além de galinha, cabra e porco, o fundador do Facebook já abateu animais marinhos, como uma lagosta, que foi cozida viva. Já o próximo prato, provavelmente, incluirá uma carne de caça.


 Fonte O GLOBO
 

sexta-feira

10% dos brasileiros já são vegetarianos

 Desejo por comida saudável alimenta negócios

Segundo o Ibope, 10% dos brasileiros já são vegetarianos; crescem as oportunidades de empreender no setor

SÃO PAULO - Após passar anos no exterior e comandar um restaurante natural de sucesso em São Paulo, a chef Leila D, 44 anos, decidiu inovar. Vegetariana e adepta da alimentação orgânica, criou em 2009 um serviço de entrega de pratos congelados saudáveis e baseados na sua filosofia alimentar. O cliente confere o cardápio pelo blog Galleria Orgânica e liga para encomendar a comida, que é entregue por um motoboy. "Se a pessoa quiser, posso fazer menus especiais e mandar em quantidade para vários dias", conta Leila. 

Ela também encontrou outro nicho e está realizando o serviço de catering para empresas interessadas em alimentar seus funcionários de forma mais saudável. Os resultados têm sidos bons: em 2010, ela aumentou seu faturamento em 20%. 

O sucesso da empreitada de Leila é resultado da crescente preocupação com saúde e qualidade de vida dos brasileiros, o que tem sido opção investimento para empreendedores de todos os tamanhos. Estudo da empresa de pesquisa Euromonitor prevê que o mercado de alimentos e bebidas ligados a saúde e ao bem-estar movimente, no Brasil, R$ 33 bilhões em três anos ante R$ 23 bilhões em 2009. 

Para calcular essas cifras, a companhia considerou vendas no varejo de alimentos naturais, orgânicos, fortificados, diet, light e destinados a alérgicos e intolerantes à alguma substância. "O ambiente é propício para esse negócio, pois existe uma valorização qualidade de vida na nossa sociedade. Até marcas de fast food já incorporaram alimentos saudáveis para se adequar a tendência", diz o consultor de marketing do Sebrae de São Paulo, João Abdalla Neto.

Culpa. Para o diretor de Desenvolvimento de Negócios em foodservice da consultoria GS&MD, Ricardo Daumas, a questão tem a ver com uma "culpa moderna". "Nós comemos mal, trabalhamos muito e nos exercitamos pouco. As pessoas estão tomando consciência disso, por isso, é normal que procurem opções mais saudáveis", comenta Daumas. E com essa tendência em evidência, surgem opções para quem quer investir no ramo.

"O potencial de negócios é grande e pouco explorado, pois além dos interessados em qualidade de vida, existem nichos de produtos orgânicos e para vegetarianos, veganos, alérgicos e intolerantes", diz Lúcia Cristina de Buone, gerente de Negócios da Francal Feiras, que promove a Natural Tech, um evento de alimentação saudável para atacadistas e curiosos. 

E os nichos podem ser grandes: pesquisa do Ibope, realizada entre agosto de 2009 e julho de 2010 com 18.884 pessoas, comparando os hábitos de consumo de homens e mulheres, mostrou que cerca de 10% dos consultados eram vegetarianos.
Em 2007, quatro jovens perceberam que havia mercado no Brasil para uma rede de fast food de saladas. Na ocasião trouxeram para o País, a franquia Salad Creations dos Estados Unidos e tiveram expansão rápida. Atualmente, a rede já conta com 20 unidades espalhadas pelo território nacional _ só perde em número para os EUA. 

"Procuramos oferecer opções mais saudáveis para quem come fora de casa, com bastante variedade e liberdade de montar os pratos", diz Alexandre Botelho, um dos sócios da franquia no Brasil. Segundo ele, para se abrir uma loja da marca é necessário investir R$ 250 mil.

O Quintal dos Orgânicos, um restaurante e mercado especializado em produtos orgânicos, é outra novidade no ramo. Aberto há seis meses, vende cerca de mil produtos, de alimentos a cosméticos, e serve "comida caseira" natural. 

No menu, além das verduras e saladas, estão as carnes certificadas - que fazem a alegria de quem não quer mudar a dieta alimentar. "Aqui, provamos que é possível comprar produtos e se alimentar bem de forma saudável", diz o gerente do estabelecimento, Nardi Davidsohn.

 Fonte Estadão

 

quarta-feira

Vantagens em se tornar um vegetariano



Do ponto de vista da Saúde, Economia e Ética, comer carne é pernicioso para a Sociedade.

Embora a carne certamente seja uma fonte de proteína concentrada, é uma fonte muito pobre de outros elementos nutritivos como minerais, vitaminas e carboidratos. Além disso, comer carne da vaca ou outros animais é prejudicial à saúde dos seres humanos por muitas razões. As seguintes considerações sérias foram documentadas:

1. A flora bacteriana intestinal no intestino delgado mudará de fermentativa para putrefaciente, assim fazendo com que venenos sejam absorvidos na corrente sanguinea. Estas toxinas precisam ser eliminadas, consequentemente energia de outras funções corpóreas essenciais é desviada para tanto, inclusive da função de pensar.










2. A síntese natural da vitamina B-12 será inibida, possivelmente levando a anemia.

  3. Toxinas animais tendem a desbaratar o devido metabolismo dos carboidratos. Isto pode causar diabete.



 

 4. Substâncias não-nutritivas resultantes da digestão de carne animal tendem a ser irritantes carcinogênicos. A necessidade mínima diária de proteína, que peritos nutricionistas calculam ser entre setenta e noventa gramas, é facilmente preenchida com produtos lácteos e alimentos do reino vegetal. Encontramos proteína em ampla quantidade no leite, queijo, iogurte, trigo integral, milho, muitas variedades de nozes e feijões, e alguns vegetais. 

Assim, vegetais, frutas, grãos e produtos lácteos constituem uma dieta perfeitamente balanceada. Consumir carne animal, por outro lado, resulta em proteína excessiva, que produz males do fígado, pressão sanguínea alta e endurecimento das artérias.

Além disso, carne animal contém muitos elementos tóxicos, tais como:

1. Dejetos da corrente sanguínea do animal morto, germes, e drogas injetadas para compensar doenças animais.

2. Toxinas do medo, despejadas na corrente sanguínea do animal no momento do abate.

3. Bactérias da decomposição putrefaciente, que começam a medrar assim que o animal morre. Porque carne é um excelente isolante, nem todas estas bactérias são mortas por cozinhar.

Devido a alimentação forçada, engaiolamento, e outras práticas antinaturais, animais criados para o abate sofrem de dúzias de doenças, tais como febre aftosa, febres, condições catarrentas, câncer, tuberculose e mastite. Além disso, as aves freqüentemente vem impregnadas de estrogênios, que por sua vez podem causar câncer. 


Imediatamente depois que um animal é abatido, dá-se o rigor mortis e o processo de decomposição toma conta. Assim, comer carne sempre envolve consumo de carne decomposta junto com seus perigos inerentes para a saúde. A implementação de proteção animal a nível internacional seria um grande passo para a frente, no sentido de resolver a crise alimentar mundial.

Além de tudo acima, deve-se notar os seguintes ítens:

1. Abater animais causa sofrimento extremo. Animais são criaturas sensíveis com sentimentos como os seres humanos. As vacas especialmente, conseguem sentir que irão ser abatidas e vivem em constante medo.

2. Não temos nenhum direito de acabar artificialmente com a vida de qualquer criatura, especialmente da vaca, que aleita nossa progênie e toda sociedade humana com seu leite.

3. Matar animais gera profunda insensibilidade para com todos seres, sadismo e irreverência geral. Pitágoras ensinava: "Aqueles que matam animais para comer serão mais propensos que os vegetarianos a torturarem e matarem seus companheiros humanos."

O Verdadeiro Custo do Bife
Sofrimento Animal

O gado é exposto a duras condições, manejo bruto, e freqüentemente franco abuso e crueldade no decorrer de suas curtas vidas.

- O gado rotineiramente é castrado, seus chifres arrancados, e marcado a ferro quente sem anestesia. Estes procedimentos são realizados somente para benefício econômico e conveniência dos produtores de carne.

- O gado aguenta condições climáticas extremas, desde tempestades até secas ao pastar a céu aberto. Muitos animais sofrem e morrem de frio, sede, fome, doenças intratadas, predadores, e envenenamento por plantas tóxicas.

- Após diversos meses no campo, o gado é transportado para locais de engorda onde são engordados com grãos.
Num típico local de engorda, dezenas de milhares de animais são apinhados em áreas lamacentas, infestadas de moscas, e cheias de estrume, onde o "stress" os torna suscetíveis ao stress de viagem com febre e outras dolorosas doenças debilitantes.

- Porque o gado fisiologicamente não se adapta a comer grandes quantidades de grãos, a mudança abrupta na dieta de grama para grãos causa dolorosos problemas digestivos.

- Defender-se das moscas pode fazer com que o gado perca meia libra de peso por dia, assim os produtores de carne pulverizam regularmente o gado da engorda com inseticidas altamente tóxicos.
- Para aumentar o ganho de peso e reduzir os custos, algumas engordas começaram a experimentar adicionando papelão, jornais, serragem e mesmo pó de cimento à ração. Outros adicionam estrume de aves e suínos ou esgoto industrial e óleos.

- Quando o gado da engorda chega a 1.100 libras, são transportados por caminhão até os matadouros. Animais transportados freqüentemente são manejados com brutalidade, levam choques elétricos de aguilhões, são batidos, chutados e arrastados. Podem ser privados de alimento e água, e sofrer extremos climáticos por longos períodos. Caminhões para gado freqüentemente vão super-lotados, o que resulta em quedas, pisoteamento, e sofrimentos por lesões durante o transporte.

- Aqueles animais que sofrem quebra de pernas, pelve, pescoço, ou costas e que de outro modo não podem mais locomover-se para fora dos caminhões, não tem eutanásia humana. Em vez disso, eles rotineiramente são acorrentados pelo pescoço ou perna e arrastados para fora dos caminhões até o piso do matadouro, onde, muitas vezes agonizando de dor, chegam a esperar horas para ser abatidos.

- Animais que estão doentes demais para serem abatidos não recebem eutanasia. Em vez disso, podem ser jogados na "pilha de mortos" e deixados para morrer de doença, sede, fome ou hipotermia.

- Mesmo hoje em dia, o processo de abate permanece primitivo e violento. Animais entram no abatedouro um a um. Cada um é atordoado por um revólver pneumático e, ao sucumbir de joelhos, prendem uma corrente num casco traseiro, levantando mecanicamente o animal até o alto. Operários com longas facas então cortam a garganta de cada animal, na veia jugular e carótida, deixando o animal para sangrar até a morte pendurado de cabeça para baixo.

- Embora seja requisito do Federal Humane Slaughter Act de 1958 e 1978 (com excessão de abate kosher e outros religiosos) praticar o atordoamento, na verdade, nem sempre é feito com sucesso devido à incompetência, indiferença, ou equipamento deficiente.

- Abate kosher é particularmente cruel porque os animais não são atordoados. Plenamente conscientes e aterrorizados, eles são içados de cabeça para baixo por uma perna para aguardarem o abate.
- Mais que 100.000 cabeças de gado são abatidas a cada 24 horas nos E.U.A..
- O Americano comum come 7 bois de 1.000 libras em toda sua vida.

- Vitelas (bezerros) estão entre os animais de fazenda mais desumanamente tratados. São retirados de suas mães ao nascerem, para passarem sua vida inteira acorrentados pelo pescoço e isolados em estreitos currais de madeira (chamados "boxes") desenhados para limitar movimentos. Falta de exercício e uma dieta líquida de um substituto do leite, que é deliberadamente deficiente em ferro, atrasam o desenvolvimento dos músculos a fim de criar carne pálida, tenra ("branca"). Bezerros de vitela frequentemente ficam anêmicos, muitas vezes sofrendo de diarréia crônica e fraqueza. Muitos morrem antes do abate.

- Em muitos estados dos EUA, se um produtor de carne tratasse seu cão da maneira que rotineiramente trata seu gado, ele seria preso, processado e multado ou encarcerado, e seu cão seria confiscado.


Fome e Pobreza Global

Produção de carne causa fome e pobreza humana, ao desviar grãos e terras férteis para sustentar gado em vez de pessoas. Nos países em desenvolvimento, a produção de carne perpetua e intensifica a pobreza e injustiça, particularmente se a ração do gado ou aves é produzida para exportação.

- Na Africa, quase uma entre três pessoas está subnutrida. Na América Latina, quase uma entre cada sete pessoas deita-se com fome toda noite. Na Asia e no Pacífico, 27% das pessoas vivem à beira da morte por inanição. No Oriente Próximo, uma em nove está subnutrida.

- Fome crônica e doenças relacionadas afetam mais que 1,3 bilhões de pessoas, segundo a Organização Mundial da Saúde. Nunca dantes na história da humanidade tão grande percentual de nossa espécie - mais que 30% - esteve subnutrido.

- Subnutrição afeta quase 40% de todas crianças nas nações em desenvolvimento e contribui diretamente para uma estimativa de 60% de todas mortes infantis, segundo a U.S. Agency for International Development. Mais de 15 milhões de crianças morrem a cada ano de doenças resultantes de, ou complicadas por, subnutrição.

- Quase a metade da massa de terra do globo é usada como pasto para gado e outras criações. Em pastos muito férteis, 2,5 acres podem sustentar uma vaca por ano. Em pastos de qualidade marginal, é preciso 50 ou mais acres.

- Nos anos 60, com ajuda de empréstimos do Banco Mundial e do Inter American Development Bank, muitos governos da América Central e do Sul começaram a converter milhões de acres de floresta amazônica e terras rurais em pastos para o mercado internacional de carne. Entre 1971 e 1977, mais de US$ 3,5 bilhões em empréstimos e assistência técnica foram para a América Latina para produção de gado.

- Em Costa Rica, interesses pecuaristas desmataram 80% das florestas amazônicas em apenas 20 anos, transformando a metade da terra arável em pastos para o gado. Hoje em dia, apenas 2.000 famílias de fazendeiros poderosos possuem mais da metade da terra produtiva de Costa Rica, com 2 milhões de cabeças de gado pastando, sendo a maior parte da carne exportada para os E.U.A.

- No Brasil, 4,5% dos proprietários de terras possuem 81% das terras de fazendas, enquanto 70% das famílias rurais são "sem terras". Entre 1966 e 1983, quase 40.000 milhas quadradas de floresta amazônica foram desmatados para desenvolvimento comercial. O governo brasileiro estima que 38% de toda floresta tropical destruída durante este periodo pode ser atribuída ao desenvolvimento pecuarista de grande escala, que beneficia apenas alguns poucos fazendeiros ricos.

- Nos países em desenvolvimento, os pobres não recebem nenhum benefício da criação pecuária. A produção de carne moderna é de investimento intensivo e utiliza pouca mão-de-obra. A usual fazenda pecuarista de floresta tropical emprega uma pessoa por 2.000 cabeças de gado, ou aproximadamente uma pessoa por 12.000 milhas quadradas. Por contraste, a agricultura pode muitas vezes sustentar 100 pessoas por milha quadrada.

- Quando a terra nos países em desenvolvimento é usada para produzir ração para as criações, grande parte para exportação, há menos terra disponível para os lavradores plantarem seu próprio alimento, e assim há menos alimento disponível. Como resultado, os preços dos alimentos básicos sobem, e o impacto é mais sentido pelos pobres. No Brasil, feijão preto, há muito tempo um alimento básico para os pobres, está ficando mais e mais caro, conforme os fazendeiros trocaram para plantio de soja para o mercado internacional de rações, mais lucrativo.


Saúde Prejudicada

Carne contém altos níveis de colesterol e gordura saturada e freqüentemente vem contaminada por substâncias químicas e doenças. A carne pode bem ser um dos alimentos mais malsãos do mercado atualmente.
- Quase 70%, ou 1,5 milhões das 2,1 milhões de mortes nos E.U.A. em 1987, foram por doenças associadas à dieta - particularmente dietas com elevada taxa de gordura saturada e colesterol, segundo o relatório do U.S. Surgeon General.

- Em 1990, o maior estudo jamais feito sobre os efeitos de consumir alimentos de origem animal confirmou os resultados dos estudos anteriores que mostravam elevada correlação entre consumo de carne e a incidência de doença cardíaca e câncer. Os pesquisadores envolvidos monitoraram os hábitos alimentares de 6.500 pessoas vivendo em 25 províncias da China.

- O estudo chinês descobriu que os chineses consomem 20% mais calorias que os americanos, mas que os Americanos são 25% mais gordos. Isso é porque 37% das calorias na dieta americana provém da gordura, ao passo que menos de 15% das calorias da dieta rural chinesa provém da gordura. O estudo também descobriu que 70% da proteína na dieta ocidental vem de fontes animais e 30% de plantas. Na China, apenas 11% vem de produtos animais e 89% de plantas.

- Carne contém a mais alta concentração de herbicidas dentre todos alimentos vendidos na América, segundo o National Research Council (NRC) da National Academy of Sciences. 80% de todos herbicidas usados nos E.U.A. são pulverizados no milho e soja, que são usados primariamente como alimento para o gado. Quando consumidas pelo gado, as substâncias químicas acumulam em seus corpos e são repassadas aos consumidores nos bifes cortadinhos do açougue.

- A carne é a segunda, após os tomates, na lista de alimentos que oferecem maior risco cancerígeno devido a contaminação por pesticidas. Figura como terceira em termos de contaminação por inseticidas entre todos alimentos no mercado hoje em dia. Carne contaminada com inseticidas representa quase 11% do risco total de câncer para o consumidor devido a pesticidas, segundo o NRC.

- Mais de 95% de todo gado de engorda nos E.U.A. estão atualmente recebendo hormônios que promovem crescimento e outros farmacêuticos, cujos resíduos podem estar presentes nos cortes de carne.

- A fim de acelerar o ganho de peso, administradores das "engordas" dão hormônios estimuladores do crescimento e aditivos alimentares. Esteróides anabolisantes, na forma de pequenos implantes liberados a longo prazo, são implantados nas orelhas dos animais. Os hormônios lentamente penetram na corrente sanguínea, aumentando os níveis hormonais de duas a 5 vezes. O gado recebe estradiol, testosterona, e progesterona.

- Em 1988 mais de 15 milhões de libras de antibióticos foram usados como aditivos alimentares para criações nos E.U.A.. As drogas foram usadas para promover o crescimento e combater as doenças que correm à solta, violentas, nos currais e granjas de engorda superlotados, contaminados. Enquanto a indústria pecuarista declara que parou com o uso generalizado de antibióticos na ração do gado, tais antibióticos ainda estão sendo dados às vacas leiteiras, as quais fornecem 15% de toda carne consumida nos E.U.A.. Resíduos de antibióticos muitas vezes aparecem na carne que as pessoas consomem, tornando a população humana cada vez mais vulnerável a variedades mais virulentas de bactérias causadoras de doenças.

- Num relatório de 1985, a National Academy of Sciences anunciou que os atuais procedimentos federais para fiscalização de carne são inadequados para proteger o público das doenças propagadas pela carne, e recomendou passos para melhorar isto, os quais nunca foram adotados. Em vez disso, o U.S. Department of Agriculture (USDA), trabalhando com a indústria embaladora de carne, desenvolveu um novo sistema experimental de inspeção - o "Streamlined Inspection System" (SIS), cuja meta é aumentar a produção em linha de carne em até 40%.

- O SIS virtualmente elimina o papel do fiscal federal de carnes, colocando a responsabilidade pela inspeção das carcaças nos funcionários da firma embaladora. Fiscais federais de carne não inspecionam mais cada carcaça na linha de produção; em vez disso, examinam menos que 1% das carcaças.

- Sob o SIS, milhares de carcaças com pneumonia, sarampo, e outras doenças, peritonite, abcessos, contaminação fecal e por insetos, e cabeças contaminadas (chamadas "Puke Heads" ou cabeças de vômito, porque estão cheias do conteúdo do RUMEN) estão passando pela inspeção a caminho das mesas de jantar pelo país afora.

- Recentes descobertas sugeriram um possível elo entre novas doenças do gado e doenças nos seres humanos. O vírus da leucemia bovina (BLV), um retrovírus transmitido por insetos que causa malignidade no gado e que pode ser encontrado em 20% do gado e 60% dos rebanhos nos E.U.A., é suspeito de ter um elo causal em algumas formas de leucemia humana. Anticorpos do BLV foram encontrados em pacientes humanos de leucemia e o BLV infectou células humanas in vitro.

- O vírus bovino de imunodeficiência (BIV), que descobriram estar generalizado nos rebanhos de gado americano nos anos 80, geneticamente se parece ao vírus do HIV (AIDS) humano e, tal como o vírus do AIDS nos humanos, acredita-se que suprime os sistemas imunológicos do gado, tornando-os suscetíveis a uma grande gama de doenças e infecções. Cientistas infectaram com sucesso células humanas com este BIV, e pelo menos um estudo sugeriu que o BIV "pode ter um papel tanto em vírus malignos bem como lentos, no homem." Em 1991, o USDA declarou que não sabe ainda "se a exposição às proteínas do BIV causa que o sôro humano... se torne HIV positivo."

Devastação do Meio-Ambiente

A produção de gado e carne é uma ameaça primária ao meio-ambiente global. É um dos principais contribuintes para o desmatamento, erosão do solo e desertificação, escassez d’água, poluição das águas, esgotamento dos combustíveis fósseis, efeito estufa e perda da biodiversidade.

Desmatamento

- Fazendas de gado são uma causa primária do desmatamento na América Latina. Desde 1960, mais que 1/4 de todas florestas da América Central foram arrasadas para criar pastos para o gado. Quase 70% da terra desmatada no Panamá e Costa Rica agora é pasto.

- Apenas um só hamburguer médio importado da América Latina requer o desmatamento de aproximadamente 6 metros de floresta tropical e a destruição de 165 libras de matéria viva incluindo 20 a 30 diferentes espécies vegetais, 100 espécies de insetos, e dúzias de espécies de aves, mamíferos, e répteis.

Erosão do Solo e Desertificação

- O gado degrada a terra ao tirar a vegetação e compactar a terra. Cada animal que pasta num campo aberto come 900 libras de vegetação a cada mês. Seus poderosos cascos pisoteiam a vegetação e comprimem o solo com um impacto de 24 libras por polegada quadrada.

Escassez d’Água

Produzir uma libra de proteína de carne muitas vezes requer até 16 vezes mais água que produzir uma quantidade equivalente de proteína vegetal.

- Reservas americanas de água doce baixaram muito como resultado do uso excessivo de água para o gado e outras criações. Faltas d’água nos E.U.A., especialmente no oeste, agora chegaram a níveis críticos. A demanda agora excede o reabastecimento em 25%.

- O grande aquífero de Ogallala, uma das maiores reservas de água doce do mundo, já está semi-exaurido no Kansas, Texas, e Novo México. Na Califórnia, onde 42% da água de irrigação é usada para ração ou produção das criações, os níveis freáticos baixaram tanto que em algumas áreas a terra está afundando sob o vácuo. 

Alguns reservatórios americanos e aquíferos agora estão em seus mais baixos níveis desde a última Era Glacial.

Esgotamento dos Combustíveis Fósseis

- Atualmente é necessário um galão de gasolina para produzir uma libra de carne alimentada com grãos nos E.U.A.. O consumo anual de carne de uma família americana comum com quatro pessoas, requer mais de 260 galões de combustível e libera 2.5 toneladas de CO2 para a atmosfera, o tanto que um carro comum libera num periodo de 6 meses.

Efeito Estufa

- O gado emite metano, outro gás do efeito estufa, via arrotos e flatulência. Cientistas estimam que mais de 500 milhões de toneladas de metano são liberadas a cada ano e que os 1.3 bilhões de gado e outras criações ruminantes do mundo, emitem aproximadamente 60 milhões de toneladas ou 12% do total de todas fontes. Metano é um sério problema porque uma molécula de metano retém 25 vezes mais calor solar que uma molécula de CO2.

Fonte: Vida Vegetariana

Vegetarianismo e a religião

 A mensagem de Jesus é de amor e compaixão, no entanto, nada há de amoroso ou compassivo em fazendas-empresas e matadouros, onde os animais levam uma vida miserável e sofrem uma morte violenta e sangrenta. Jesus exorta a bondade, a misericórdia, a compaixão e o amor em relação a toda a criação de Deus.
Ele ficaria horrorizado com o grau de sofrimento que infligimos aos animais para satisfazer o gosto que adquirimos por sua carne.
Os cristãos têm escolha. Quando nos sentamos para comer, podemos colaborar para a violência, o sofrimento e a morte no mundo ou podemos respeitar Sua criação e obrar pela paz.

Jesus é amor e misericórdia na forma humana, e existem fortes evidências de que ele era vegetariano.

Por exemplo, na época de Jesus, o sacrifício de animais era uma desculpa para os seres humanos ingerirem carne, e Jesus contestou o sacrifício de animais a cada passo. Ele proibiu a venda de animais, para o sacrifício e consumo, no templo, instituiu o batismo em lugar do sacrifício de animais, disse que Deus "requeria piedade, não sacrifício" e eliminou completamente o sacrifício de animais na Última Ceia (uma refeição vegetariana da Páscoa).

Deus criou todos os animais com a capacidade de sentir dor e de sofrer. Mas nas fazendas-empresas de hoje, tira-se-lhes os chifres e os bicos e são castrados sem anestesia. Para gerarem mais lucro, são criados amontoados no menor espaço possível. A maioria é confinada a um espaço tão pequeno que mal conseguem se virar. Muitos nunca vêem a luz do dia ou sentem o solo ou a grama sob os pés. Finalmente, são postos em caminhões sem água e alimento, enfrentando todo o tipo de intempérie, e levados para enfrentarem uma morte apavorante e diabólica.

A dieta vegetariana faz bem à sua saúde e poupa inimaginável sofrimento e violência praticada contra os animais. Lembre-se: O que fazemos a menor de suas criaturas, fazemos a Ele.

Bactéria contamina carne e mata 1 pessoa na Alemanha; outras 400 estão internadas





Autoridades da saúde na Alemanha emitiram um alerta de surto de bactéria E. coli na carne, que já matou uma pessoa. O Ministério da Saúde alemão anunciou nesta terça-feira (24.05) que uma mulher de 83 anos morreu depois dar entrada em um hospital no último dia 15 com sintomas de diarréia com sangue. A contaminação por E.coli foi confirmada com a realização de exames.

Na cidade de Bremen, autoridades divulgaram ainda que uma jovem morreu na manhã desta terça-feira com sintomas de contaminação pela bactéria. Resta agora aguardar os resultados laboratoriais para confirmarem a causa da morte.

O surto de E. coli foi identificado na segunda semana de maio, e as autoridades sanitárias da Alemanha já têm cerca de 400 casos suspeitos de pessoas contaminadas pela bactéria. Ao menos 40 desses casos foram diagnosticados como "muito sérios", com pacientes respirando com a ajuda de aparelhos e um paciente em estado de coma.

Segundo o governo alemão, cerca de mil pessoas se contaminam anualmente no país com bactérias. "Mas as estatísticas atuais ultrapassaram os registros em nosso histórico", disse o microbiologista Werner Solbach. Ele declarou ainda que exames de laboratório mostram que a bactéria presente neste surto é parcialmente resistente aos antibióticos, sendo difícil o controle.

A bactéria E.coli se desenvolve no intestino dos animais e os sintomas da contaminação incluem diarréia com sangue e cãibra estomacal. Em casos mais graves, a doença evolui para uma síndrome que leva à falência dos rins e até à morte.

O vegetarianismo e a sua saúde


O vegetarianismo e a sua saúde
A dieta vegetariana traz benefícios à saúde?

O posicionamento da ADA (American Dietetic Association) e nutricionistas do Canadá de 2003 reúne os principais estudos científicos sérios sobre vegetarianismo.

Confira os resultados:

- Redução das mortes por infarto (doença cardíaca isquêmica) em 31% em homens vegetarianos e 20% em mulheres vegetarianas (estudo com 76 mil indivíduos).

- Comparando a mortalidade por doenças cardíacas entre vegetarianos e semivegetarianos (no estudo considerado como consumidor de peixe ou carne 1 vez por semana), a mortalidade também é menor em vegetarianos.

- Níveis sanguíneos de colesterol 14% mais baixos em ovo-lacto-vegetarianos do que nos comedores de carne.

- Níveis sangüíneos de colesterol 35% mais baixos em veganos do que nos comedores de carne.

- Menor pressão arterial (redução de 5 a 10 mmHg) nos vegetarianos.

- Redução de até 50% do risco de apresentar diverticulite nos vegetarianos.

- Redução de até 50% do risco de apresentar diabetes nos vegetarianos.

- Probabilidade duas vezes menor de apresentar pedras na vesícula nas mulheres vegetarianas (estudo com 800 mulheres entre 40 e 69 anos).

- Os não vegetarianos têm um risco 54% maior de ter câncer de próstata.

- Os não vegetarianos têm um risco 88 % maior de ter câncer de intestino grosso (cólon e reto). Obs - a carne vermelha ou branca está vinculada (de forma independente) com o risco aumentado de câncer de intestino grosso.

- Redução da incidência de obesidade, um problema mundialmente preocupante.

- Osteoporose: mulheres após a menopausa com dieta rica em proteína animal e pobre em proteína vegetal têm taxa mais alta de perda óssea e risco muito maior de ter fratura de quadril. Obs- Ainda não podemos afirmar que a dieta vegetariana protege da osteoporose.

- Pelo menor teor de proteínas e por melhorar os lipídios sanguíneos, a dieta vegetariana pode ser benéfica para os que sofrem de doença renal (principalmente os que não fazem diálise e apresentam diurese).

- Aparentemente, o consumo de carne aumenta em até 3 vezes as chances de desenvolver demência cerebral.

- Aparentemente, uma dieta vegetariana sem derivados animais e com predominância de alimentos crus reduz os sintomas de fibromialgia.

Atenção: podemos falar em prevenção e auxílio no tratamento de determinadas doenças com a dieta vegetariana. A Sociedade Vegetariana Brasileira não corrobora a alegação de que o vegetarianismo cura doenças. Não existe embasamento científico até o momento para se afirmar isso.


Profissionais de saúde: Confiram as informações passadas através do artigo: Position of the American Dietetic Association and Dietitians of Canadá: Vegetarian diets. J Am Diet Assoc. 2003;103:748-765. Todas as referências dos dados fornecidos acima estão embutidas nesse artigo. (www.svb.org.br/artigos/artigos.htm)

Por Eric Slywitch - Médico, coordenador do departamento científico da Sociedade Vegetariana Brasileira. Especialista em nutrologia (ABRAN) e nutrição enteral e parenteral (SBNPE). Pós graduado em nutrição clínica (GANEP). Especialista em nutrição vegetariana.


Fonte: Sociedade Vegetariana Brasileira

terça-feira

E se a gente parasse de comer carne?



 

Comer carne seria mal visto pela sociedade, cachorros e gatos seriam animais de 

 

dondoca e porcos seriam os "novos" vira-latas.

 
por Bruna Maia e Rodrigo Rocha
Os vegetarianos venceram. Do dia para a noite, o mundo todo resolveu parar de comer carne. Seria bonito: só no Brasil pouparíamos as vidas de 43 milhões de bois, quase 40 milhões de porcos e 4,5 bilhões de frangos a cada ano. Esses são animais de corte, criados para virar comida. O que significa que eles não foram nutridos e tratados para entrar em outras linhas produtivas, como de leite ou ovos. E que eles cairiam em algo como um desemprego funcional: não teriam mais função nas fazendas. Quer dizer, daria para aproveitar um ou outro para puxar carroça. Mas o grosso ganharia alforria do homem. Apesar de linda, a liberdade tem preço. Sem ninguém para alimentá-los, os animais teriam de buscar comida. Competiriam por alimento com outras espécies e ficariam vulneráveis a ataques de predadores. Em áreas de pastagens, como nos Pampas brasileiros, a vida seria boa. Já no Pantanal, boizinho teria de enfrentar até onça.

Enquanto isso, o açougue do lado da sua casa estaria fechando as portas, junto com abatedouros e frigoríficos. Pior para o Brasil, maior exportador decarne de boi e de frango do mundo, além de quarto na exportação de carnesuína. A economia de EUA, China e União Europeia também sofreria. Esses países produzem muita carne para atender à demanda de seus próprios habitantes. Já os ambientalistas comemorariam, e não só porque pararíamos de matar bichos. A pecuária tem um grande impacto ambiental. De todo o desmatamento causado no mundo, 14% acontece na Amazônia para abrir espaço para a criação de animais. Derrubaríamos menos årvores, o que, de quebra, contribuiria para reduzir o peso de nossas emissões de gases.


Não comeríamos feijoada, peru de Natal, bacalhau (carne branca também estaria fora). Isso não significa necessariamente mais saúde. Perderíamos vitaminas, proteínas e minerais. Teríamos de nos adaptar a uma nova dieta. Essa não seria a única mudança na rotina: seu guarda-roupas também passaria por uma revolução.


Animais de estimação
Todos intocáveis: vaca, porco, peixe, galinha... A não ser que você queira desafiar a sociedade

Ração a prestação
Ter cachorro ou gato seria coisa de madame. Os bichanos são carnívoros, precisam de carne para absorver nutrientes. Fazendas teriam de manter o abate de animais só para produzir ração para cães e gatos, o que encareceria o produto. Alternativa: por que não adotar um porquinho selvagem, que tem uma dieta mais flexível?

Chuleta vegetal
Em um mundo sem churrascaria, o jeito seria se contentar com rodízios de carne de soja. E buscar outras fontes para os nutrientes que absorvíamos ao comer carne. O caso mais crítico seria o da vitamina B12, presente naturalmente só em fontes animais. Ovos nos ajudariam nisso, assim como suplementos sintéticos.

Câmbio negro
Consumir carne seria como prostituição no Brasil: legalmente permitido, um crime aos olhos da sociedade. Os revoltados teriam de procurar açougues clandestinos, que dependeriam da ação de fazendeiros gananciosos e venderiam carne de qualidade duvidosa.

A revolução dos bichos
Os animais livres teriam de procurar alimento sozinhos. Por que não aproveitar aquela plantação verdinha tão suculenta? Porcos comem de tudo - de estômago vazio, não se refreariam frente a ovos e pintinhos. À procura de alimento, os animais perambulariam até pelas cidades. Seriam as novas pragas.

Sapatênis é tendência
Esqueça sapato, bolsa, casaco de couro. Ter um artigo desses seria tão reprovável quanto comer feijoada gorda. Os sapatos mais formais precisariam de materiais alternativos, como plástico, borracha e couro falso. Com o marketing correto, o sapatênis poderia ser a estrela dessa nova era.

Fonte: Super Interessante

Nota: Penso que deveria ser uma obrigação para um reporter estudar o assunto a que se propõe escrever. Lendo tanta besteira, reunida em uma única matéria, realmente me preocupa com os profissionais que estão sendo formados e inseridos no mercado de trabalho.


Vegetarianos adotam essa dieta por respeito a vida, a própria e a dos animais. Os animais devriam ser realmente considerados como intocáveis, pois o mesmo sopro de vida que há neles, também existe nos humanos.


A dieta vegetariana é capaz de proporcionar ao ser humano todas as vitaminas e nutrientes que, somente uma pessoa de mente atrofiada, acrdeita que o ser humanos só pode consumir atravéz da cruldade de comer cadáveres.


Em tempo, que tal colocar um ou outro REPORTER para puxar a carroça, que segundo vosso pensamento é a única coisa que para serveriam os animais?


Lilian Rockenbach











domingo

Porcos, aves e vacas são os animais que mais sofrem maus-tratos no mundo



Débora Spitzcovsky 2 de março de 2011
 
67 bilhões de porcos, aves e vacas são expostos, anualmente, a condições de crueldade, segundo a FAO – Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação, o que coloca esses três bichos nas primeiras posições do ranking dos animais que mais sofrem maus-tratosem todo o mundo.
Os culpados por tanta crueldade? Os consumidores de carne, ovos e laticínios, já que esses animais são maltratados, exclusivamente, para a produção de alimentos. Quem manda o recado é a HSI – Humane Society Internacional-Brasil, que para mudar essa realidade está promovendo no país uma campanha em prol do bem-estar dos animais de produção.
O foco central da ação não é levantar a bandeira do vegetarianismo, mas sim do consumo consciente. Hoje, no Brasil, mais de 70 milhões de galinhas são trancafiadas em “gaiolas em bateria”, que são superlotadas e não tem espaço nem para as aves abrirem as asas. A situação dos suínos não é diferente: cerca de 1,5 milhão de porcas reprodutoras estão confinadas em “celas de gestação”, que são baias individuais de metal onde as fêmeas não conseguem nem se virar. Tanta crueldade é necessária?
“Queremos mostrar que, assim como os cães e gatos, estes animais são sensíveis, sociáveis e inteligentes e, portanto, merecem o nosso respeito. Queremos que, além de reduzir o consumo de carne, leite e ovo, o consumidor se recuse a comprar daqueles que produzem com crueldade”, disse Guilherme Carvalho, que é gerente de campanhas da HSI-Brasil. “Essa é a hora de nos mobilizarmos, porque a previsão é de que, entre 1999 e 2050, a produção de carne e leite dobre. Consequentemente, o bem-estar animal estará cada vez mais comprometido”, completou.
Além de conscientizar o consumidor, a organização também está dialogando com produtores, governantes e varejistas, em busca de mudanças institucionais que garantam o respeito àsnecessidades básicas dos animais de produção. A HSI ainda atua em uma porção de outros países, defendendo um série de causas em prol dos bichos, como o fim dos testes em animais e do tráfico de espécies selvagens. Conheça um pouco mais do trabalho da organização aqui.

sexta-feira

O que é ser vegetariano?

O que é ser vegetariano?*
Ser vegetariano, do ponto de vista nutricional, significa apenas não se alimentar de carnes de qualquer tipo (vaca, frango, peixe, carneiro, avestruz, escargô, frutos do mar...) e nem de produtos que contenham esses alimentos.
O vegetariano não come nada que fuja, esboce reação de fuga ou sofrimento quando está vivo.
Se uma pessoa come algum tipo de carne, mesmo que ocasionalmente, ela não é vegetariana.
Podemos utilizar a definição de semivegetariano para quem é predominantemente vegetariano, ou utiliza carne ocasionalmente (menos de 3 refeições por semana).
Atenção: vegetariano não vive de verduras e legumes. Esses alimentos fazem parte da alimentação, mas não são a base da dieta vegetariana.

As diferentes formas de vegetarianismo

A inclusão ou a exclusão dos produtos derivados de animais (ovos e lácteos) determina o tipo de vegetarianismo adotado.


Exemplos dos alimentos mencionados acima:
Cereais: arroz, trigo, centeio, milho, cevadinha, aveia, pães, macarrão...
Leguminosas: todos os feijões, grão-de-bico, lentilha, ervilha...
Oleaginosas: nozes, amêndoas, pistache, macadâmia, sementes (girassol, abóbora, gergelim)...
Amiláceos: inhame, batata, cará, mandioca, mandioquinha, batata doce...
Legumes: abobrinha, chuchu, pimentão, berinjela ...
Verduras: couve, rúcula, agrião, acelga, mostarda, escarola ...
- Frutas: caqui, banana, manga, maçã, pêra, figo, uva, melancia...
Dicas:
Procure variar os grupos de alimentos ingeridos.
Dê preferência ao uso de alimentos integrais.
Não passe fome! Ninguém consegue comer só salada. A salada é um complemento.

Departamento de Medicina e Nutrição da Sociedade Vegetariana Brasileira - nutricao@svb.org.br